Cap. Antônio C. R. N.
1890 à 1891

Nasceu em Portugal em 1818 e morreu no Rio de Janeiro em 1902, aos 83 anos.

Filho de família numerosa, muito lutou ao lado do pai até em 1839, contando então 20 idade, quando veio para o Brasil. Fixou com os pais residência em Formiga, Oeste de Minas Gerais, sendo proprietário de uma fazenda de cana de açúcar, enriquecendo com o produto tirado de terra urbetosa e fecunda. Era o apogeu. Foi para o Rio de Janeiro onde terminou seus estudos e prestou serviço militar. Casou-se com uma brasileira, nascendo desta união 5 filhos.

Terminando seus estudos voltou para Minas, onde fixou residência em Varginha, sendo proprietário da fazenda Santa Rita, município de Campanha, importante centro cafeeiro. O café, nesta época, desde 1885, teve grande acolhida no solo Varginhense, conquistou grande simpatia e fez do Capitão Antônio Carlos Rocha Braga um grande cafeicultor. Nesta época chegavam às fazendas as primeiras famílias de imigrantes Italianos, sendo que boa parte deles ocuparam lugar distinto na vida econômica de nossa cidade, como grandes negociantes, industriais ativos, etc.

Em 1890, Presidente da Câmara, exerceu a função administrativa da cidade que até então caminhava para o progresso. Durante a administração do Capitão Antônio Carlos Rocha Braga, deu-se o início a construção da antiga Igreja do Divino Espírito Santo, continuando na administração do Dr. Joaquim Batista de Melo, mostrando sua torre de belíssimo lance arquitetônico, mostrando aos céus o grande espírito religioso do povo Varginhense.

Em 1890 foi fundado o primeiro jornal - "A Gazeta de Varginha" - tendo como diretores, o Antônio Pinto de Oliveira e o Capitão Pedro de Alcântara da Rocha Braga, filho do então administrador da época. Com o apoio do capitão Antônio Carlos Rocha Braga, foi um jornal de sucesso numa época de crises políticas, prestando grandes serviços ao município, condenado com severidade os abusos e corrigindo os maus costumes.

Em 1900, já com 81 anos de idade, passou a sofrer de problemas cardíacos. A fim de facilitar seu tratamento, deixa Varginha e fixa residência no Rio de Janeiro, onde faleceu em maio de 1902. Assim, desaparece aquele, que procurou estimular o comércio, a agricultura, a cultura e que tantos planos tinha para o desenvolvimento de Varginha, mas que se viu prejudicado pelos graves problema políticos que atravessava o país, impedindo assim, que o grande administrador público recebesse da esfera superior.

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